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| O antigo presidente dos Estados Unidos da América e a mulher, que foi secretária de Estado da Administração Obama, fotografados no Aeroporto de Santa Maria [fotografia: direitos reservados] |
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
SOCIEDADE | Bill e Hillary Clinton em Santa Maria
A página "Aeroportos dos Açores" do Facebook deu hoje à estampa várias fotografias [ver aqui] sobre a passagem do casal Clinton no Aeroporto de Santa Maria no regresso das cerimónias fúnebres de Nelson Mandela na África do Sul.
DESPORTO | FC Madalena isola-se na liderança do Campeonato da Associação de Futebol da Horta
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| GD CEDRENSE - FAYAL SC. Empate na Lajinha (0-0) |
O conjunto picoense recebeu o Vitória FC e venceu por 2-0. Assume, deste modo, o comando isolado da prova uma vez que o GD Cedrense e o Fayal SC empataram sem golos no campo da Lajinha, nos Cedros.
A classificação está assim ordenada: FC Madalena, 4 pontos, GD Cedrense, 2, FC Flamengos, Vitória FC e Fayal SC, 1.
(Publicado na edição do jornal Incentivo de quarta-feira, 11 de dezembro de 2013)
DESPORTO | Equipa de futebol do SC Horta por volta de 1970
ANOS 70. Formação do Sporting da Horta de há cerca de 40 anos, constituída por Fernando Silva, Evaristo Rosa, Manuel Vitorino, Alexandre Simas, Amadeu, Carlos Serpa, Rúben e Mário Ismael, em cima, da esquerda para a direita; António Amaral, Manuel Fernando, Tino Lima, Granjo, Costa, Lacerda e Matos, em baixo, pela mesma ordem ]fotografia: direitos reservados]
(Publicado na edição do jornal Incentivo de quarta-feira, 11 de dezembro de 2013, na rubrica "O baú do Luís Rosa")
OPINIÃO | Estacionamento na cidade da Horta
Como é habitual, por causa da instalação de um palco e outras estruturas na Praça da República e nas proximidades do mercado municipal, os táxis passaram, durante alguns dias, para a Rua Serpa Pinto. Só que, desta vez, estacionaram em espinha. Chamou-me à atenção esta nova disposição! E pensando nisso interroguei-me sobre se não seria possível aplicar uma solução idêntica noutras zonas da cidade. Uma dessas zonas é, por exemplo, a própria Rua Serpa Pinto, entre o “Chico das Bicicletas” (hoje Rocha & Rocha, ou simplesmente Tomás) e o “Mergulha Feijão” (hoje Mercearia Silva). Para além de poderem passar a estacionar mais carros e de a rua, se calhar, se apresentar esteticamente mais bonita, contribuía, talvez, para evitar a tendência de parar em segunda fila, pois quem o fizesse passava a impedir a circulação tendo em conta a largura da faixa de rodagem disponível, o que é dissuasor. O mesmo poderia suceder na avenida marginal e provavelmente noutros espaços. Estes problemas do trânsito, do estacionamento, de ruas pedonais, etc. etc. na cidade da Horta, que não requerem nenhum investimento infraestrutural, ou, pelo menos, não necessitam de obras avultadas para serem resolvidos, são um eloquente exemplo de uma certa inércia que grassa entre quem tem responsabilidades políticas na nossa terra. Os álibis do saneamento básico, da frente mar ou da variante têm servido bem para que continuemos, no que toca a estes assuntos, parados no tempo. Cria-se a ideia de que vêm a caminho grandes obras e, enquanto se espera, pouco ou nada se faz. Entretanto a austeridade serve bem como desculpa para não realizar o que antes, por incapacidade de iniciativa, não se foi capaz de pôr em prática. Às vezes ponho-me a olhar para a nossa câmara e parece-me que vejo nela uma espécie de gabinete de marketing. Conferências de imprensa, fóruns, feiras, protocolos, parcerias é o que mais tem produzido o município e a sua “entourage”. Até de primeiras pedras não se fala, pois não há obras para iniciar. A não ser as do governo!
[Publicado na edição do jornal incentivo de quarta-feira, 11 de dezembro de 2013, na rubrica "A abrir"]
[Publicado na edição do jornal incentivo de quarta-feira, 11 de dezembro de 2013, na rubrica "A abrir"]
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Notícias da Antena Nove
O parlamento reúne-se a partir de hoje na Horta para discutir 7 petições, a maioria relacionada com o tema da saúde.
Sobre o mesmo assunto – a saúde – o secretário regional da tutela anunciou que o tempo de espera nas consultas externas dos hospitais e centros de saúde vai ser otimizado.
É uma das mais antigas instituições da ilha do Faial em atividade. O Amor da Pátria fez 154 anos.
DESPORTO | Derrota inesperada do Sporting da Horta
Os adeptos, a quem tanto o Sporting pede apoio, saíram na noite de domingo do Pavilhão Desportivo da Horta desencantados com o resultado obtido diante do Belenenses (17-22) do Campeonato Nacional de Andebol da 1.ª divisão
Na 4.ª jornada, em Lisboa, o Sporting venceu o Belenenses (23-31). Na 15.ª ronda, na Horta, esperava-se ver o encarnado sobressair sobre o azul. Mas foi o contrário que aconteceu e o Horta encaixou uma derrota que, certamente, não estava equacionada nas contas de Filipe Duque. Mesmo assim o Sporting Clube da Horta não viu periclitar o 6.º posto da tabela classificativa, que vem criando raízes. Esta posição, a manter-se ou a melhorar durante a 1.ª fase da competição, fará com que o Horta entre na fase final, pela segunda vez consecutiva, dentro do grupo que discutirá o título de campeão nacional.
| HORTA - BELENENSES. Equipa faialense não soube agarrar a oportunidade de jogar em casa |
Na 4.ª jornada, em Lisboa, o Sporting venceu o Belenenses (23-31). Na 15.ª ronda, na Horta, esperava-se ver o encarnado sobressair sobre o azul. Mas foi o contrário que aconteceu e o Horta encaixou uma derrota que, certamente, não estava equacionada nas contas de Filipe Duque. Mesmo assim o Sporting Clube da Horta não viu periclitar o 6.º posto da tabela classificativa, que vem criando raízes. Esta posição, a manter-se ou a melhorar durante a 1.ª fase da competição, fará com que o Horta entre na fase final, pela segunda vez consecutiva, dentro do grupo que discutirá o título de campeão nacional.
A turma faialense tem 31 pontos. O líder é o Benfica (38). Seguem-se Sporting de Portugal (37), ABC (36) e Águas Santas (36). O Porto (34) tem menos dois jogos do que o Horta e menos 1 do que os primeiros.
(Publicado na edição do jornal Incentivo de terça-feira, 10 de dezembro de 2013)
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
SOCIEDADE | Frio à porta
Uma queda abrupta da temperatura do ar está prevista para amanhã nos Açores. Em relação ao Grupo Central o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê que a temperatura mínima desça até 10º C e a máxima até 14º C.
A informação mais recente (21 horas nos Açores) do site do IPMA indica que na Horta a temperatura registada no Observatório Príncipe Alberto do Mónaco é de 17.6º C, vento de sudoeste a 14.4 km/h e humidade a 96.3%, sem precipitação que, no entanto, já se inicou.
| Os próximos dias talvez nos proporcionem este espetáculo |
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
CULTURA | Verdi interpretado na Horta
Bicentenário do compositor italiano e Dia Mundial da Música oferecem noite cultural aos faialenses através de Helena Juravskaya e Alexander Kuklin

O Dia Mundial da Música foi assinalado na Horta com a comemoração do bicentenário do nascimento de Giuseppe Verdi. Ontem, na Biblioteca João José da Graça, a soprano Helena Juravskaya e o pianista Alexander Kuklin interpretaram, num recital, obras de Verdi, perante um auditório de várias dezenas de pessoas, em que pontificaram cidadãos de vários países que residem na ilha do Faial.
Interpretação de «La traviata - Brindisi» na Biblioteca João José da Graça, pela soprano Helena Juravskaya e pelo pianista Alexander Kuklin:

O Dia Mundial da Música foi assinalado na Horta com a comemoração do bicentenário do nascimento de Giuseppe Verdi. Ontem, na Biblioteca João José da Graça, a soprano Helena Juravskaya e o pianista Alexander Kuklin interpretaram, num recital, obras de Verdi, perante um auditório de várias dezenas de pessoas, em que pontificaram cidadãos de vários países que residem na ilha do Faial.
Interpretação de «La traviata - Brindisi» na Biblioteca João José da Graça, pela soprano Helena Juravskaya e pelo pianista Alexander Kuklin:
sábado, 28 de setembro de 2013
ECONOMIA | «Mestre Simão» já navega
O blogue Porto da Madalena adiantou, na quinta-feira, que os testes de mar da embarcação Mestre Simão, que vai operar no Grupo Central do arquipélago a partir do próximo ano, já foram realizados. Segundo a mesma fonte as provas de velocidade, comportamento e estabilidade foram positivas.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
ECONOMIA | Recepção ao «Funchal» faz comandante sentir honra e orgulho
Admirador confesso das ilhas açorianas, o comandante do paquete Funchal, António Morais, mostrou-se sensível à forma como navio foi recebido de novo nos Açores. Honra e orgulho foram as palavras escolhidas para expressar o sentimento na hora do regresso do Funchal.
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| António Morais destaca a forma como o Funchal foi acolhido nos Açores [fotografia de Souto Gonçalves] |
ENTREVISTA À ANTENA NOVE:
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
ECONOMIA | O paquete «Funchal» regressou à Horta
Três décadas depois de ter abandonado a ligação marítima entre os Açores e Lisboa o paquete Funchal regressou à ilha do Faial e ao porto da Horta, fazendo recordar as décadas de 60 e 70 do século XX.
Recepção ao Funchal faz comandante sentir honra e orgulho >>>
Força Aérea evacua tripulante do Funchal >>>
Álbum de fotografias no Facebook >>>
REPORTAGEM DA ANTENA NOVE:
| O «Funchal» no cais do Terminal Marítimo de Passageiros do Porto da Horta [fotografia de Souto Gonçalves] |
Recepção ao Funchal faz comandante sentir honra e orgulho >>>
Força Aérea evacua tripulante do Funchal >>>
Álbum de fotografias no Facebook >>>
REPORTAGEM DA ANTENA NOVE:
domingo, 22 de setembro de 2013
SOCIEDADE | O outono chegou
O outono começa hoje. Uma temperatura mais amena, alguns arrepios de frio, folhas caídas pelo chão e tons amarelados na natureza passam a fazer parte do nosso dia-a-dia. Pelos caminhos vamos começar a ver as «meninas para a escola» [na fotografia]
SOCIEDADE | Derrocada no Varadouro
Por volta das 17 horas de quinta-feira, 19 de setembro de 2013, ocorreu uma derrocada na escarpa sobranceira ao Varadouro. Trata-se de um fenómeno que acontece com alguma frequência naquela zona, próxima das termas.
O momento foi registado em vídeo pelo repórter Manuel Soares.
O momento foi registado em vídeo pelo repórter Manuel Soares.
domingo, 1 de setembro de 2013
SOCIEDADE | Hospital da Horta não vai perder especialidades
O anúncio foi feito hoje pelo secretário regional da Saúde. Luís Cabral apresentou em Angra do Heroísmo as alterações à proposta inicial de reestruturação do Serviço Regional de Saúde. O novo documento surge após um período de discussão pública
Os serviços de urologia e de cuidados intensivos continuam no Hospital da Horta, noticia na sua edição desta segunda-feira o jornal Incentivo, que dá o seu melhor destaque ao assunto. O diário faialense acrescenta que o serviço de oncologia também vai permanecer na Horta, mas com recurso a especialistas da Terceira e de São Miguel.
«A condição arquipelágica» dos Açores é a justificação apresentada por Luís Cabral para que os três hospitais mantenham as especialidades médicas existentes, ao contrário da proposta inicial.
A reestruturação do Serviço Regional de Saúde transformou-se em polémica nos últimos tempos. As reações ao documento levaram o executivo regional a repensar as suas opções. Muitas das críticas atribuíam ao governo a vontade de esvaziamento de especialidades do Hospital da Horta e do Hospital do Santo Espírito, em Angra do Heroísmo. A desvalorização da classificação de alguns centros de saúde também foi contestada, bem como a centralização da gestão hospitalar.
A discussão no plano político em torno desta questão centrou-se no parlamento, mas o assunto também originou a intervenção da sociedade civil. O governo, entretanto, como foi dito, promoveu sessões para a discussão pública do tema. Foram recebidos, segundo o próprio executivo, 70 contributos no âmbito dessa discussão.
A nova proposta deixa cair a intenção de criação de um centro hospitalar. Luís Cabral adiantou que o governo opta por «lançar mão de instrumentos existentes, como a Saudaçor e a Comissão de Coordenação do Serviço Regional de Saúde». Os dois organismos servirão para «definir, acompanhar, avaliar e fiscalizar as medidas que visam a uniformização de procedimentos e consequente poupança de recursos», explicou o governante.
O Plano de Ação para a Reestruturação do Serviço Regional de Saúde será implementado a partir de agora. O seu propósito é promover uma melhor articulação entre as unidades de saúde. Os três hospitais mantêm, no entanto, as respetivas administrações, já que o modelo de centralização prefigurado no centro hospitalar, como se disse, foi abandonado.
A reestruturação em causa cria a possibilidade de utentes das ilhas sem hospital passarem a poder escolher o hospital de destino, à semelhança do que já acontece com as grávidas.
Os serviços de urologia e de cuidados intensivos continuam no Hospital da Horta, noticia na sua edição desta segunda-feira o jornal Incentivo, que dá o seu melhor destaque ao assunto. O diário faialense acrescenta que o serviço de oncologia também vai permanecer na Horta, mas com recurso a especialistas da Terceira e de São Miguel.
«A condição arquipelágica» dos Açores é a justificação apresentada por Luís Cabral para que os três hospitais mantenham as especialidades médicas existentes, ao contrário da proposta inicial.
A reestruturação do Serviço Regional de Saúde transformou-se em polémica nos últimos tempos. As reações ao documento levaram o executivo regional a repensar as suas opções. Muitas das críticas atribuíam ao governo a vontade de esvaziamento de especialidades do Hospital da Horta e do Hospital do Santo Espírito, em Angra do Heroísmo. A desvalorização da classificação de alguns centros de saúde também foi contestada, bem como a centralização da gestão hospitalar.
A discussão no plano político em torno desta questão centrou-se no parlamento, mas o assunto também originou a intervenção da sociedade civil. O governo, entretanto, como foi dito, promoveu sessões para a discussão pública do tema. Foram recebidos, segundo o próprio executivo, 70 contributos no âmbito dessa discussão.
A nova proposta deixa cair a intenção de criação de um centro hospitalar. Luís Cabral adiantou que o governo opta por «lançar mão de instrumentos existentes, como a Saudaçor e a Comissão de Coordenação do Serviço Regional de Saúde». Os dois organismos servirão para «definir, acompanhar, avaliar e fiscalizar as medidas que visam a uniformização de procedimentos e consequente poupança de recursos», explicou o governante.
O Plano de Ação para a Reestruturação do Serviço Regional de Saúde será implementado a partir de agora. O seu propósito é promover uma melhor articulação entre as unidades de saúde. Os três hospitais mantêm, no entanto, as respetivas administrações, já que o modelo de centralização prefigurado no centro hospitalar, como se disse, foi abandonado.
A reestruturação em causa cria a possibilidade de utentes das ilhas sem hospital passarem a poder escolher o hospital de destino, à semelhança do que já acontece com as grávidas.
No que respeita aos centros de saúde a sua classificação foi revista. O Centro de Saúde Horta já não será um centro de saúde básico. A nova classificação de intermédio tem como consequência a alteração da hora de encerramento, que passa a ser às 20 horas.
Cidadãos alertam para a concentração de serviços médicos em São Miguel >>>
Serviço Regional de Saúde: Valeu os Faialenses se unirem e lutar >>>
Cidadãos alertam para a concentração de serviços médicos em São Miguel >>>
Serviço Regional de Saúde: Valeu os Faialenses se unirem e lutar >>>
sábado, 31 de agosto de 2013
SOCIEDADE | «Ti Bispo» vaticinou terramoto de 1926 no Faial
Completam-se hoje 87 anos sobre o terramoto de 1926 na ilha do Faial que figura entre os sismos mais devastadores que atingiram esta ilha
A terra tremeu pouco antes das 9 da manhã e a consequência mais trágica foi a morte de 9 pessoas. Dados históricos indicam mais de 200 feridos. A violência do abalo devastou grande parte do património edificado, nomeadamente a igreja da Conceição da cidade da Horta. Mais de 4.000 casas em diversas localidades da ilha foram derrubadas total ou parcialmente.
O epicentro do tremor de terra, que atingiu a intensidade X da Escala de Mercalli Modificada (antepenúltimo grau, classificado como «destruidor»), localizou-se no Canal do Faial.
«Castigo de Deus antes do mês de agosto acabar!»
É conhecida na freguesia de Castelo Branco uma história segundo a qual a ocorrência do terramoto de 1926 (termo com que a população mais antiga se referia ao sismo) foi vaticinada por um ancião. Conhecido por «Ti Bispo», o idoso terá predito um «castigo de Deus antes do mês de agosto acabar!»
«De manhã cedo», a 31 de agosto de 1926, cruzando-se com um transeunte na zona da Ribeira Pequena, naquela freguesia, «Ti Bispo» terá sido confrontado com o falhanço da sua profecia, ao que retorquiu, segundo um testemunho com mais de 40 anos: «O mês de agosto ainda não chegou ao fim!»
A terra tremeu pouco antes das 9 da manhã e a consequência mais trágica foi a morte de 9 pessoas. Dados históricos indicam mais de 200 feridos. A violência do abalo devastou grande parte do património edificado, nomeadamente a igreja da Conceição da cidade da Horta. Mais de 4.000 casas em diversas localidades da ilha foram derrubadas total ou parcialmente.
O epicentro do tremor de terra, que atingiu a intensidade X da Escala de Mercalli Modificada (antepenúltimo grau, classificado como «destruidor»), localizou-se no Canal do Faial.
«Castigo de Deus antes do mês de agosto acabar!»
É conhecida na freguesia de Castelo Branco uma história segundo a qual a ocorrência do terramoto de 1926 (termo com que a população mais antiga se referia ao sismo) foi vaticinada por um ancião. Conhecido por «Ti Bispo», o idoso terá predito um «castigo de Deus antes do mês de agosto acabar!»
«De manhã cedo», a 31 de agosto de 1926, cruzando-se com um transeunte na zona da Ribeira Pequena, naquela freguesia, «Ti Bispo» terá sido confrontado com o falhanço da sua profecia, ao que retorquiu, segundo um testemunho com mais de 40 anos: «O mês de agosto ainda não chegou ao fim!»
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
SOCIEDADE | Subida ao vulcão dos Capelinhos sem condições de segurança
A instabilidade geológica e a consequente diminuição das condições de segurança determinaram a supressão da subida ao vulcão dos Capelinhos da rota turística pelos principais 10 vulcões da ilha do Faial
A decisão, que visa salvaguardar a segurança dos pedestrianistas, resulta da instabilidade geológica do vulcão dos Capelinhos, que pode pôr em causa, sem que haja acompanhamento adequado, a segurança absoluta na sua visitação, informa o jornal digital Açores 24 horas.
A proibição da subida ao vulcão dos Capelinhos, decidida pelos responsáveis do Parque Natural do Faial, entidade a cargo de quem está a gestão deste circuito, faz diminuir em 4 quilómetros a extensão do Trilho dos 10 Vulcões, que é agora de 22,5 quilómetros.
Recorde-se que, em tempos, o faialense, especialista em vulcanologia, Victor Hugo Forjaz, defendeu a necessidade de vedar o acesso ao vulcão para evitar a aceleração da erosão.
A decisão, que visa salvaguardar a segurança dos pedestrianistas, resulta da instabilidade geológica do vulcão dos Capelinhos, que pode pôr em causa, sem que haja acompanhamento adequado, a segurança absoluta na sua visitação, informa o jornal digital Açores 24 horas.
A proibição da subida ao vulcão dos Capelinhos, decidida pelos responsáveis do Parque Natural do Faial, entidade a cargo de quem está a gestão deste circuito, faz diminuir em 4 quilómetros a extensão do Trilho dos 10 Vulcões, que é agora de 22,5 quilómetros.
Recorde-se que, em tempos, o faialense, especialista em vulcanologia, Victor Hugo Forjaz, defendeu a necessidade de vedar o acesso ao vulcão para evitar a aceleração da erosão.
SOCIEDADE | Cidadãos alertam para a concentração de serviços médicos em São Miguel
O governo regional quer centralizar serviços de saúde na ilha de São Miguel. O alerta é do primeiro subscritor de uma petição contra a proposta de reestruturação do Serviço Regional de Saúde. Governo avança com nova versão no próximo domingo
«Há um esvaziamento das especialidades, algumas delas já em funcionamento, nos hospitais da Terceira e da Horta», disse Carlos Vouzela à saída de uma audiência na Comissão de Assuntos Sociais do parlamento açoriano. Este professor na Universidade dos Açores garantiu aos deputados que a petição, assinada por mais de 1.800 pessoas, não se baseia em «bairrismos inúteis», mas na preocupação com a possível centralização de serviços numa só ilha.
Os peticionários temem que a reestruturação faça com que o acompanhamento médico não seja o adequado fora da maior ilha dos Açores e que a concentração de especialidades em São Miguel crie «uma dificuldade económica a todos os acompanhantes dos doentes que se têm de deslocar para uma ilha mais distante, com a qual não têm grande familiaridade».
Carlos Vouzela salientou que a proposta «não é sustentada por um estudo económico credível» e que os rácios apresentados como justificação não se adequam à realidade do arquipélago. «É tão caro trazer um doente da Terceira para São Miguel, como de São Miguel para a Terceira», frisou, acrescentando que as medidas terão também impacto na economia das outras ilhas.
O primeiro subscritor da petição lembrou também o investimento realizado recentemente na construção do Hospital da Ilha Terceira e em obras no Hospital da Horta. «Determinadas estruturas, extremamente pesadas, em que já se gastou o dinheiro da população», ficarão «vazias e sem qualquer funcionalidade», avisou.
A proposta de reestruturação do Serviço Regional de Saúde do governo regional esteve em discussão pública e a nova versão será apresentada no próximo domingo.
[Fonte: Agência Lusa]
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
ECONOMIA | Faial e Pico são das ilhas mais afetadas por interrupções de energia elétrica
EDA registou 31.000 interrupções de eletricidade nos Açores em 2012. A avaliar pelos números a exclamação «faltou a luz» foi muito repetida no ano passado
A empresa de Eletricidade dos Açores (EDA) registou 1.662 ocorrências em 2012 que originaram 31.000 interrupções na rede de média tensão. Estes números representam um aumento de 31% face ao ano de 2011.
De acordo com o Relatório da Qualidade de Serviço 2012, da responsabilidade da própria empresa, quase 11.000 interrupções tiveram uma curta duração e mais de 20 mil foram de duração longa.
O ano de 2012 «foi marcado pela passagem de dois furacões (em agosto e setembro) que afetaram sobremaneira a Região Autónoma dos Açores e a exploração dos sistemas elétricos, bem como por diversos incidentes em centros produtores», lê-se no relatório. «Embora se tenha verificado um agravamento dos indicadores gerais de continuidade de serviço, comparativamente a 2011, os padrões de qualidade de serviço estabelecidos foram cumpridos, tanto na média como na baixa tensão», adianta o documento.
Das 1662 ocorrências registadas em 2012, cerca de 63% dizem respeito a situações previstas (acordo com clientes, razões de serviço e factos imputáveis aos clientes), mas verificou-se um aumento dos episódios imprevistos, relativamente a 2011.
A percentagem e a natureza das ocorrências são as seguintes: 20% de situações imprevistas por causas próprias; 11% reengates; 4% casos fortuitos ou de força maior e 1% deslastre de cargas por razões de segurança.
Os maiores aumentos de ocorrências deram-se nas ilhas do Faial (24%), Pico (67%) e Corvo (100%)”.
Quanto à rede de baixa tensão, a EDA registou em 2012 cerca de dois milhões de interrupções, mais 28% do que o registado em 2011. Cerca de 700.000 mil corresponderam a interrupções curtas e 1.300.00 mil a interrupções longas.
Dos inquéritos, feitos por amostragem, a 431 clientes residenciais das nove ilhas e 24 clientes empresariais, a EDA concluiu que «a opinião dos inquiridos apresenta uma melhoria generalizada, elevando ainda mais o nível do serviço prestado» pela elétrica açoriana.
O Relatório da Qualidade de Serviço é anualmente elaborado e tem por objetivo caracterizar a qualidade do serviço prestado pela EDA.
[Fonte: Agência Lusa]
A empresa de Eletricidade dos Açores (EDA) registou 1.662 ocorrências em 2012 que originaram 31.000 interrupções na rede de média tensão. Estes números representam um aumento de 31% face ao ano de 2011.
De acordo com o Relatório da Qualidade de Serviço 2012, da responsabilidade da própria empresa, quase 11.000 interrupções tiveram uma curta duração e mais de 20 mil foram de duração longa.
O ano de 2012 «foi marcado pela passagem de dois furacões (em agosto e setembro) que afetaram sobremaneira a Região Autónoma dos Açores e a exploração dos sistemas elétricos, bem como por diversos incidentes em centros produtores», lê-se no relatório. «Embora se tenha verificado um agravamento dos indicadores gerais de continuidade de serviço, comparativamente a 2011, os padrões de qualidade de serviço estabelecidos foram cumpridos, tanto na média como na baixa tensão», adianta o documento.
Das 1662 ocorrências registadas em 2012, cerca de 63% dizem respeito a situações previstas (acordo com clientes, razões de serviço e factos imputáveis aos clientes), mas verificou-se um aumento dos episódios imprevistos, relativamente a 2011.
A percentagem e a natureza das ocorrências são as seguintes: 20% de situações imprevistas por causas próprias; 11% reengates; 4% casos fortuitos ou de força maior e 1% deslastre de cargas por razões de segurança.
Os maiores aumentos de ocorrências deram-se nas ilhas do Faial (24%), Pico (67%) e Corvo (100%)”.
Quanto à rede de baixa tensão, a EDA registou em 2012 cerca de dois milhões de interrupções, mais 28% do que o registado em 2011. Cerca de 700.000 mil corresponderam a interrupções curtas e 1.300.00 mil a interrupções longas.
Dos inquéritos, feitos por amostragem, a 431 clientes residenciais das nove ilhas e 24 clientes empresariais, a EDA concluiu que «a opinião dos inquiridos apresenta uma melhoria generalizada, elevando ainda mais o nível do serviço prestado» pela elétrica açoriana.
O Relatório da Qualidade de Serviço é anualmente elaborado e tem por objetivo caracterizar a qualidade do serviço prestado pela EDA.
[Fonte: Agência Lusa]





